Construção
Meu corpo-concreto suspende no ar um sonho vindouro.
Estendo meus músculos até o limite. Ultrapasso-o.
Minhas mãos carregam montanhas.
Quem se importa com o risco de sangue em mim?
Amanhã acordarei as dores que carrego, e como um nó cego,
Será difícil desatar.
É hora de dormir...
Porque o sono constrói sonhos.
Estendo meus músculos até o limite. Ultrapasso-o.
Minhas mãos carregam montanhas.
Quem se importa com o risco de sangue em mim?
Amanhã acordarei as dores que carrego, e como um nó cego,
Será difícil desatar.
É hora de dormir...
Porque o sono constrói sonhos.

Ah, se não fossem os sonhos.
Concreto se constroi assim, na ilusão etérea dos sonhos. Basta fechar os olhos, e a realidade se altera/alterna dentro de mim...
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